sábado, 10 de março de 2012


O PÉ DÁ O PASSO...

E NÓS VAMOS... CAMINHANDO ...PASSO A PASSO....


Caminhando lentamente pela sala vamos focando a atenção nos pés, observando como eles se deslocam, quais as partes entram em contato com o solo, se pisam conduzindo-os para fora ou para dentro e se estão fornecendo espaço ou não para as articulações.

Através de micromovimentos com os dedos das mãos, vamos abrindo estes espaços trabalhando pele e osso permitindo que os pés se movam sem contrações, apertos ou encolhimentos dos dedos

São importantes essas percepções, pois assim, ao mover a articulação dos pés, podemos espaçar os ossos das falanges, procurando não contraí-las. Além disso, à medida que começamos a percebê-las e a modificar os espaços, sentimos que esse conhecimento vem acompanhado da sensação de possibilidade de mudanças. Esta harmonização do organismo é gratificante!!!


domingo, 4 de março de 2012



ANO 2012


Iniciamos em fevereiro de 2012...o nosso encontro semanal, com um grupo de 5 pessoas para repensar e refletir acerca da postura, tonicidade, equilíbrio,enfim... descobrindo as nossas possibilidades corpóreas.Orientadas por Odenise Bellini, trabalhando basicamente com bolas e bambus, vamos conhecendo mais acerca dos movimentos das articulação dos pés dos joelhos e da coluna, vamos estimulando e sentindo cada parte, vivenciando de forma apropriada e estando consciente dos entraves da vida cotidiana

Além disso, buscamos ajustar de forma consciente a maneira de se locomover, nossas posturas, percebendo as conexões entre os segmentos e fortalecendo a dinâmica corpo/mente. Enfim, estes encontros proporcionam uma reflexão acerca da estrutura corporal como um todo, considerando-a uma unidade funcionalmente integrada cuja projeção ocupa espaço, e isto é gratificante na medida que ficamos, assim, mais atentos para com as nossas sensações, a dinâmica dos nossos movimentos, a tonicidade e o equilíbrio dos nossos corpos.


quarta-feira, 30 de março de 2011

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

às vezes no silencio...da noite...eu fico procurando voce


meu corpo

só eu e o meu corpo....

que corpo é este?

conheço tanto dos outros corpos que aparecem na TV, nos lugares que frequento, na rua...

E o meu corpo?

tocar este corpo...descobrir lentamente as próprias tensões corporais, através das sensações....buscar posições confortáveis

e tomar consciência que o meu corpo tem um eixo próprio. Descobrir como toda a estrutura do meu corpo está ligada às emoções e aos pensamentos e de como a tensão em uma área influencia o movimento como um todo.

o conhecimento faz parte do tratamento..

Conhecendo ...vou aprendendo a transformar meus próprios hábitos .. tão arraigados...vou buscando novas possibilidades para deixar o meu corpo mais livre..

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

BRINCANDO COM A BOLA

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

CONVERSAS INFORMAIS..:

DALVA PERGUNTA A MARIA ANITA

1.O que ficou do trabalho com a caixa torácica e a pélvica?
M.Anita:
torácica: ficou a sensação de leveza, alívio, abertura
e a respiração bem melhor!!
pélvica: a estimulação dos ilíacos solta.. expande meu corpo
resumindo.. sensação boa.

DALVA PERGUNTA A VERA

1.O que ficou do trabalho com a caixa torácica e a pélvica?

torácica: o ganho principal é com relação a postura e a experiencia
.. de ampliar a caixa torácica.. sem respirar.
pélvica: o que marcou foi a abertura dos ossos

..pessoalmente, senti nas duas.. a felicidade da descoberta do poder...
eu posso.. meu corpo pode..
ODENISE



O corpo é o nosso referencial mais imediato e concreto. qualquer iniciativa em toda e qualquer direção parte, invariavelmente, do próprio corpo.

Instrumento de comunicação do homem no mundo é por intermédio do corpo que recebemos e emitimos informações, de fora e de dentro de nós. Entretanto, o que comumente ocorre é o impedimento desse intercâmbio devido ao acúmulo de tensões que enrijecem os músculos, bloqueiam as articulações, afetam a respiração, restringem os nossos movimentos

Trabalhamos com a Odenise .. concentração, atenção, respiração, postura..e através de micromovimentos com as mãos, com bolas, com bambú...vamos conhecendo...sensibilizando e reativando o corpo.






pé em movimento
na bolinha ou no bambú

estimulando o limite da caixa torácica

o esterno
osso dianteiro do peito
que articula com as costelas


conforme figura abaixo

Instrumento do homem no mundo,

o corpo é possibilidade ....



permanente de invenção de novas finalidades e a disposição para vivê-las.


da espinha ilíaca para o sacro para baixo do braço e para as costelas
estimulando lateralmente... lado esquerdo ..lado direito

terça-feira, 15 de junho de 2010

A Respiração


Podemos descobrir o espaço interior criando lacunas no fluxo de pensamentos

Tome consciencia da sua respiração sempre que puder, toda vez que se lembrar. Faça isso durante um ano e terá uma experiência transformadora bem mais forte do que a participação em qualquer uma dessas atividades. E é de graça."

Tomar consciência da respiração faz com que a atenção se afaste do pensamento e produz espaço. É uma maneira de gerar consciência. Embora a plenitude da consciência já esteja presente como o não-manifestado, estamos aqui para levar a consciência a essa dimensão.

Tome consciência da sua respiração. Observe a sensação do ato de respirar. Sinta o movimento de entrada e saída do ar ocorrendo em seu corpo. Veja como o peito e o abdomen se expandem e se contraem ligeiramente quando você inspira e expira. Basta uma respiração consciente para produir espaço onde antes havia a sucessão initerrupta de pensamentos.

Uma respiração consciente (duas ou três seria ainda melhor) feita muitas vezes ao dia é uma maneira excelente de criar espaços em sua vida. Mesmo que você medite sobre sua respiração por duas horas ou mais, o que é uma prática adotada por algumas pessoas, uma respiração basta para deixa-lo consciente. O resto são lembranças ou expectativas, isto é, pensamentos.

Na verdade, respirar não é algo que façamos, mas algo que testemunhamos. A respiração acontece por si mesma. Ela é produzida pela inteligência inerente ao corpo. Portanto, basta observá-la. Essa atividade não envolve nem tensão nem esforço. Além disso, note a breve suspensão do fôlego - sobretudo no ponto de parada no fim da expiração - antes de começar a inspirar de novo. Muitas pessoas tem a respiração curta, o que não é natural. Quanto mais tomamos consciência da respiração, mais sua profundidade se estabelece sozinha.



O fato de a respiração não ter forma é uma das razões pelas quais a consciência da respiração é uma maneira eficaz de criar espaços na nossa vida, de produzir consciência. Ela é um excelente objeto de meditação justamente porque não é um objeto, não tem contorno nem forma. O outro motivo é que a respiração é um dos mais sutis e aparentemente insignificantes fenômenos, a "menor coisa", que, segundo Nietzsche, constitui a "melhor felicidade". Cabe a você decidir se vai ou não praticar a consciência da respiração como verdadeira meditação formal. No entanto, a meditação formal não substitui o empenho em criar a consciência do espaço na sua vida cotidiana.

Ao tomarmos conciência da respiração, nos vemos forçados a nos concentrar no momento presente - o segredo de toda a transformação interior, espiritual. Sempre que nos tornamos conscientes da respiração, estamos absolutamente no presente. Percebemos também que não conseguimos pensar e nos manter conscientes da respiração ao mesmo tempo.

A respiração consciente suspende a atividade mental. No entanto, longe de estarmos em transe ou semidespertos, permanecemos acordados e alerta. Não ficamos abaixo do nível do pensamento, e sim acima dele. E, se observarmos com mais atenção, veremos que essas duas coisas - nosso pleno estado de presença e a interrupção do pensamento sem a perda da consciência - são, na verdade a mesma coisa: o surgimento da consciência do espaço.

Eckhart Tolle

Tolle (pg. 211 do livro O Despertar de uma Nova Consciência)

domingo, 16 de maio de 2010